Início de semestre traz novos desafios para estudantes

Imagem: Larissa Ferreira

As aulas do campus Canoas retornaram nessa segunda-feira, dia 1º de agosto e, com o início das atividades, chegaram os novos alunos, os famosos “calouros”. A expectativa dos novos estudantes da área da Comunicação é grande, não só em relação ao curso e à instituição, mas também com a futura profissão que deverão desempenhar depois de formados.

A nova aluna do curso de Publicidade e Propaganda, Rita Karasek Gomes, de 21 anos, escolheu seguir esse caminho porque sempre gostou do tema, principalmente de audiovisual e cinema, mas pelas poucas opções de cursos oferecidos sobre esses assuntos, escolheu se tornar uma publicitária. Ela contou que sofreu determinada resistência ao escolher esse curso, ouvindo das pessoas que “não receberia bem”, por isso um de seus objetivos é provar a todos que “a profissão que escolheu vai dar certo”. A estudante falou que ainda não tem inspirações na futura carreira, mas que acredita que com os conhecimentos obtidos no curso, passará a ter.

Já a caloura do curso de Jornalismo, Pamela Falcão, de 22 anos, passou por outros cursos até fazer sua escolha definitiva. Alguns dos motivos que levaram a estudante a escolher o curso foram os interesses por blogs, fotografia, moda, entre outros assuntos. A aluna estava insegura em relação à escolha da Universidade, mas teve suas expectativas superadas na Ulbra: “na verdade eu estava com um pouco de medo pela escolha da faculdade, mas acabei me apaixonando pela Ulbra. Me senti super bem vinda. O coordenador do curso e os professores estão sendo incríveis e adorei a infraestrutura da Ulbra, que eu não conhecia muito bem antes, e agora to descobrindo aos poucos e me encantando”.

Já o aluno do curso de Fotografia, Fabrício Simões, vive um momento diferente dos enfrentados pelos calouros. No mercado, desde 2002, como lighting designer e, desde 2012, como fotógrafo profissional, Fabrício já fez outros cursos na área antes de entrar na Ulbra. Seu objetivo, ao entrar na Universidade, era aprofundar os seus conhecimentos, conhecer pessoas da área e se preparar para uma futura carreira acadêmica e, segundo ele, o curso lhe ajudou muito: “estar em contato com determinados professores, aprofundar as questões técnicas e estéticas, vivenciar o mercado de outra perspectiva, tudo isso foi fundamental. Sem contar as questões subjetivas como uma maior confiança no trabalho que já estava desenvolvendo”, comentou Fabrício.

Ainda sobre o curso, ele afirmou que correspondeu às suas expectativas, mas apontou alguns pontos que podem melhorar: “uma mudança fundamental seria um maior número de professores fotógrafos. Há cadeiras que tratam de gêneros fundamentais da fotografia contemporânea, por exemplo, onde a fotografia em si fica em segundo plano. Acredito que uma exigência maior quanto ao aprofundamento técnico, estético e conceitual dos alunos seria fundamental”.

 

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